VO2 Máximo é a maior taxa de consumo de
oxigênio que você pode atingir ao realizar exercícios exaustivos. Quando
a intensidade do seu treino aumenta, o mesmo acontece com o seu consumo de
oxigênio. No entanto, chegamos a um ponto em que a intensidade do exercício
continua a aumentar sem que o consumo de oxigênio aumente.
QUANDO ATINGIMOS O VO2 MÁXIMO??
No
momento em que aumentamos a intensidade do exercício e nosso consumo de
oxigênio para de progredir, alcançamos o VO2 Máximo, ou seja, nosso
consumo de oxigênio chegou no limite. Especialistas acreditam que medir o VO2 máximo é a melhor maneira de avaliar a
aptidão aeróbica e resistência cardiorrespiratória de um atleta. Além disso, é
um bom indicador do potencial que determinados indivíduos possuem para o
sucesso em uma grande variedade de esportes.
TESTE DO VO2 MÁXIMO
Os
testes de VO2 máximo costumam ser realizados em
esteiras ou bicicletas. Os atletas são submetidos a atividades que exigem o
máximo de esforço possível, geralmente de forma gradativa, ou seja, as
atividades começam moderadas e vão aumentando durante todo o período. O volume
e a concentração do oxigênio inalado no ar são coletados e medidos para
determinar exatamente quanto oxigênio está sendo usado.
O
aumento da intensidade do exercício faz com que o consumo de oxigênio suba até
certo ponto, denominado VO2 Máximo como vimos
anteriormente. Depois disso, mesmo se a intensidade do exercício continuar
aumentando, o consumo de oxigênio se mantém estático. Este é um ponto doloroso
no processo dos testes de VO2 Máximo, pois os atletas cruzam a fronteira do
metabolismo aeróbico para o metabolismo anaeróbico. Porém,
esse período não costuma durar muito tempo. O VO2 Máximo é o ponto em que um atleta chega
um pouco antes que os músculos se tornem tão fadigados que ele seja forçado a
interromper o exercício. O processo de teste do VO2 Máximo costuma levar de 10 a 15 minutos,
e o atleta precisa estar em perfeitas condições antes de realizá-lo.
Fonte: 24hrfitness
Hoje, 1º de Setembro, no Brasil é comemorado o Dia do Profissional de
Educação Física. A data comemorativa foi criada para homenagear o
profissional que tem como principal objetivo trazer
beneficios
físicos e mentais para as pessoas através da prática esportiva. O dia
não foi escolhido aleatoriamente. Foi em 1º de Setembro de 1998 que a
profissão foi regulamentada pela lei federal de número 9.696/98.O professor de Educação Física é o responsável pela prevenção da saúde das pessoas. Através da atividade física
correta, orientada e específica, conseguimos qualidade de vida,
e o equilíbrio entre o físico e o emocional.

Depois de um treino, nada melhor do que dedicar um momento ao relaxamento para recuperar a energia. A liberação de hormônios durante o exercício físico pode causar
euforia e o ideal é buscar formas de amenizar essa sensação para
conquistar o máximo de bem-estar. Confira algumas técnicas que podem
ajudar:
1. Alongamento: quando realizado logo após a atividade,
de maneira lenta e contínua, têm a função de relaxar os músculos. Também
melhora a flexibilidade, a circulação sanguínea e a postura. Cada
posição deve ser mantida por pelo menos 20s. Se sentir necessidade de
prender a respiração durante o alongamento, é sinal de que o corpo não
está completamente relaxado. É importante que você esteja confortável
durante o movimento.
2. Massagem: é ideal para ser realizada nas
regiões que permanecem mais tensas. Você pode optar por uma massagem
relaxante, esportiva ou mesmo uma automassagem. Quando feita suavemente,
melhora a oxigenação dos tecidos e ameniza dores musculares. Ela pode
ser feita manualmente com o auxilio de cremes ou rolando bolinhas
terapêuticas sobre a musculatura em pressão suave. Outra opção é
utilizar uma pedra de gelo diretamente em contato com a pele, fazendo
movimentos circulares até ela derreter.
3. Watsu: técnica de
relaxamento que envolve movimentos de alongamentos em água aquecida.
Entre os benefícios estão melhora da mobilidade articular, circulação
sanguínea e fatiga muscular. Por trazer sensação de bem-estar, esta
atividade é recomendada para indivíduos com depressão. Indica-se
realizá-la de uma a duas vezes por semana.
4. Yoga: proporciona
equilíbrio mental e físico, pois inclui técnicas de relaxamento e
respiração que trazem benefícios para o sistema nervoso central e para
os órgãos vitais. Além disso, a yoga também promove maior flexibilidade
muscular e mobilidade das articulações.
5. Acupuntura: a terapia
originária da medicina chinesa promete trazer equilíbrio físico e mental
ao restabelecer o fluxo de energia. De acordo com a modalidade
praticada, existem pontos específicos que são priorizados com a intenção
de otimizar os resultados. Ao complementar os treinos, a acupuntura
traz fortalecimento muscular, estimula a reconstituição dos tecidos e
aumenta a concentração.
6. Meditação: ao esvaziar a mente, o
bem-estar também irá acalmar o corpo. Recomenda-se sentar com a coluna
ereta, as pernas cruzadas e as mãos apoiadas nas pernas. Em seguida,
afastar todos os pensamentos ao recitar mantras ou se concentrar
totalmente na respiração. O tempo de permanência irá variar conforme o
empenho de cada um, mas é possível incentivar a concentração e a
disposição. Esse estado de profundo relaxamento ajuda o organismo a
retornar as funções fisiológicas ao repouso – como músculos e freqüência
cardíaca.
7. Exercícios respiratórios: através de variações da
inspiração e expiração, os músculos podem relaxar mais facilmente e as
funções fisiológicas voltam ao repouso. Uma das técnicas envolve
respirar apenas pelas narinas, sendo que a expiração tem que durar o
dobro da inspiração. Outro exemplo também inclui movimentos com o corpo:
elevar os braços e levar a cabeça para trás ao inspirar e abaixar a
cabeça e os braços ao expirar. A partir de cinco minutos já é possível
notar os resultados, mas o ideal é praticar os exercícios por 15
minutos.
8. Caminhada: as adeptas da corrida já podem diminuir o
cansaço do corpo apenas com uma caminhada após o treino. Isso ocorre
devido a ação relaxante provocada na musculatura que mantém a circulação
sanguínea regulada e favorece a oxigenação dos tecidos.
1. Faça um exame médico
Antes de
sair andando ou correndo por aí, consulte um cardiologista e um
ortopedista. O primeiro vai analisar a quantas anda seu sistema
cardiovascular e o segundo dará uma boa olhada no aparelho locomotor,
observando, por exemplo, se os joelhos estão em boas condições para a
atividade que você pretende fazer. Um bom professor de educação física
costuma sugerir essas visitas aos especialistas, antes mesmo de planejar
o treino propriamente dito.
2. Invista em equipamentos de qualidade
Um par de
tênis com sistema de amortecimento diminui o impacto da pisada e
protege as articulações, em vez de peças de algodão, prefira
short e camiseta de tecido sintético, que facilitam a perda de calor,
são mais leves e, por isso mesmo, mais confortáveis.
3. Alongue-se
Esse tipo
de exercício é fundamental para aumentar a flexibilidade das pernas e
preparar os músculos para a atividade física propriamente dita. Mas
atenção com o alongamento depois da prática esportiva -- ele deve ser
leve para não ultrapassar os limites do corpo. Lembre-se: após a
atividade física, há um desgaste natural em todo o corpo. Então, se você
não pegar leve no estica-e-puxa, podem ocorrer microlesões.
4. Hidrate-se
Quem
pretende caminhar ou correr precisa criar o hábito de beber bastante
água, até porque ela vai sendo perdida conforme nos exercitamos. E, em
percursos mais longos, leve um cantil para não ficar com o tanque
vazio.
5. Escolha o melhor local e...
Especialmente
para quem está começando, um terreno muito duro, irregular ou íngreme
contribui para problemas nas articulações. A pessoa força uma
determinada região e pode, por exemplo, desenvolver uma tendinite ou uma
torsão, por isso, prefira a grama
ou até mesmo a esteira, se você ainda não está acostumado a dar voltas e
voltas pelo bairro. Ah! os cantos de ruas, perto das valetas,
geralmente são inclinados. Então, evite-os para não sofrer uma
sobrecarga nos joelhos.
6. ... o melhor horário
Prefira os
períodos do dia com temperatura mais amena. O calor excessivo acaba
limitando seu treinamento. Outra coisa: é melhor sair por aí quando
houver trânsito menos intenso. Assim, você faz seu exercício com mais
segurança e menos poluição. Seus pulmões agradecem.
7. Atenção na posição dos braços
O ideal é
que você deixe os antebraços paralelos ao solo. Isso quer dizer que, no
plano, eles devem ficar em um ângulo de 90o em relação ao resto do
corpo. Repare, porém, que, ao subir, a postura muda. Assim, você ganha
equilíbrio, o que torna todos os outros movimentos mais harmônicos.
8. Olha o sinal vermelho!
Esse é um
obstáculo inevitável para quem corre pelas ruas da cidade. E a ordem é
não ficar parado. Por isso, quando não for possível prosseguir, dê
pequenas voltas enquanto aguarda a luz verde. Ou vá até determinado
ponto da calçada e retorne.
9. Respire direito
É simples
assim: inspire pelo nariz e expire pela boca. Só que, ao imprimir um
ritmo mais veloz ao exercício, acaba-se abrindo a boca na hora errada
para levar mais ar para os pulmões. Isso pode ser evitado -- basta não
acelerar mais do que o habitual.
10. Tome um banho frio
Após a
atividade física, alongue-se levemente mais uma vez, como o recomendado
no item 3, e fique embaixo da água em temperatura baixa. Uma ducha fria
evita a inflamação dos músculos, relaxa a região e minimiza as dores.
O ser humano, na sua preocupação com o corpo, tem de estar alerta
para o fato de que saúde e longevidade devem vir acompanhadas de qualidade de
vida, tanto no presente como no futuro.
A atividade física é uma aliada imprescindível para alcançar uma boa forma
física e sua prática deve ser desenvolvida de uma forma prazerosa e contínua ao
longo de toda a vida.
A preocupação de promover e manter a saúde deve ser ressaltada para a população
mundial, que, cada vez mais, necessita, em sua rotina diária, da prática de
exercícios físicos regulares para combater os efeitos nocivos da vida
sedentária.
O que é Atividade Física?
"A atividade física é definida como qualquer movimento
corporal, produzido pelos músculos esqueléticos, que resulte em gasto energético
maior que os níveis de repouso" (CASPERSEN et alii,1985).
Vale tudo: andar, dançar, correr, pedalar, passear com o cachorro, fazer
compras a pé, subir e descer escadas, fazer jardinagem, enfim, levar uma vida
mais ativa.
Em outras palavras, não são necessários níveis altos de prática física, horas
intermináveis de exercícios ou dor e sofrimento. Para aproveitar as vantagens da
atividade física, é suficiente aumentar o grau de integração da vida diária à
atividade física, combatendo o sedentarismo e seus riscos para a vida humana.